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Quando Ryse: Son of Rome foi anunciado, ele impressionou os jogadores com seus gráficos impressionantes, mostrando o poder que o Xbox One poderia proporcionar aos jogadores, foi um bom jogo para esse propósito.

A história de Ryse: Son of Rome gira em torno de Marius Titus, um soldado romano que tem toda a sua família assassinada e começa sua jornada em busca de vingança. Marius é um soldado totalmente dedicado ao império de Roma e luta por seu povo e por sua vingança contra os bárbaros, mas além disso se vê envolto em tramas políticas que aos poucos mostram seus verdadeiros inimigos. A trama parece clichê, e lembra a atmosfera de filmes como “300” e “Gladiador”, mas no final das contas funciona muito bem. A história ainda possui elementos de fantasia como deuses e ainda adiciona figuras históricas para completar o pacote.

É impressionante a grandiosidade dos cenários, que são dignos de super produções de Hollywood. A escolha de Roma como cenário para o jogo foi muito boa, pois existe uma legião de jogadores que adoram esse tema e a Crytek se inspirou para mostrar cenários muito populares, como o Coliseu, os detalhes de palácios e fortalezas do antigo Império Romano e ainda apresentar as ruas, vilas, florestas e pântanos da Bretanha. A definição e detalhes dos rostos dos personagens também impressiona, além de lindos efeitos de luz e partículas. O cuidado com detalhes de armas, roupas e cenários é impressionante e a quantidade de elementos na tela não afeta a fluidez do game. Vale ressaltar que a transição entre cutscene e gameplay não existe, os gráficos apresentados na cenas da história são os mesmos durante todo o gameplay do jogo, isso é impressionante!

Nesse ponto a Crytek acertou em cheio, pois mostrou com grandiosidade o seu motor gráfico, porém muitas vezes parece que a história passa de maneira muito superficial para dar ênfase a esse poder gráfico. A cada cena mostrando a dedicação de Marius ao Império de Roma ficamos de boca aberta com a beleza retratada na tela, mas fica aquela sensação de que a história ficou em segundo plano para nos atentarmos aos lindos cenários.

Nesse quesito está o maior ponto fraco do jogo, pois apesar de um show de belos gráficos, Ryse apresenta uma campanha muito curta, que você pode estender mais em busca pelos colecionáveis (escudos, crônicas e cartas), mas no final fica a sensação de que o jogo poderia ter explorado mais as vastas possibilidades dos cenários, momentos históricos e da própria história do personagem Marius. A trama se desenvolve bem, mas poderia ter sido um pouco mais explorada.

Um ponto polêmico em relação à Ryse é a sua jogabilidade. Ao iniciar o jogo você é a apresentado ao esquema de batalhas do jogo que possui ataques simples com a espada, quebrar a defesa do inimigo, se defender com o escudo e se esquivar com cambalhotas. Quando um inimigo estiver perto da morte ele pode ser executado com um Quick Time Event (QTE) que traz cenas bem divertidas e extremamente violentas, como decepar membros, queimar inimigos em fogueiras, degolar bárbaros e pisotear gargantas.

Caso você erre o QTE ou não pressione nada o jogo prossegue com a execução automática do combo, porém você não irá ganhar o bônus que receberia caso acertasse os comandos, o que é essencial para obter mais experiência para melhorar o personagem para as missões mais difíceis que o jogo terá. Porém para muitos, mesmo com essa perda de XP, a execução automática pode acabar com o desafio do jogo. O problema de se basear em uma única mecânica de jogo é que o jogo pode se tornar repetitivo. O sistema de batalha se repete sempre, assim como os inimigos que não possuem muita diversidade.

Marius ainda possui um “poder especial”, que deixa a câmera mais lenta deixando os inimigos tontos e mais suscetíveis aos ataques. Outra parte bem legal são as barreiras feitas com os soldados, muito parecidas com as que vimos no filme “300”, uma parte muito estratégica e que poderia ter sido mais explorada no jogo. No geral controlar Marius tanto individualmente quanto comandando as tropas é bem empolgante, pois estamos no comando de um homem normal e sem super poderes, é legal poder desafiar e fatiar os inimigos sem dó nem piedade. Mas fica a sensação de que poderiam ter sido adicionados mais vertentes na jogabilidade.

A trilha sonora foi muito bem escolhida, ela passa todo o clima épico do período que o jogo retrata e os efeitos das batalhas, são colocados no momento certo e garantem uma boa imersão no jogo. No Brasil, o jogo foi totalmente localizado e a dublagem ficou muito boa com vozes que combinam com os personagens.

O jogo ainda possui um modo multiplayer bem interessante, que apesar de apostar no já conhecido modo de hordas, possui cenários nas batalhas que fazem toda a diferença para o clima das disputas. Afinal de contas você é um gladiador se defendendo de bárbaros dentro do Coliseu. Esse modo ainda exige que você realize alguns objetivos como eliminar arqueiros, destruir catapultas. Você também pode realizar as batalhas com um amigo pois o multiplayer de Ryse é focado na cooperação entre os jogadores dentro da arena.

No geral a experiência com Ryse: Son of Rome é bastante satisfatória, os gráficos são incríveis assim como a sua trilha sonora, a história é bem interessante apesar de passar muito rápida e a jogabilidade é divertida apesar de ser repetitiva. O jogo é excelente para mostrar aos amigos o que a nova geração é capaz de alcançar e irá te garantir bons momentos de diversão destruindo bárbaros e buscando vingança por Roma a fora.

Entenda nossas notas!

 

 

 

 

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About Author

Administradora de Empresas, mas apaixonada pelo mundo dos games e pelo Xbox!Fã da incrível e complexa franquia Halo e de seu icônico líder, o Master Chief. Também apaixonada por Dragon Age e seu universo magnífico. Ahhh e quem disse que Dark Souls não é divertido? :DSempre ligada nas notícias e novidades do lado verde da força!

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