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Momodora: Reverie Under The Moonlight é um jogo Indie no melhor estilo Metroidvania, desenvolvido pela Bombservice e distribuído pela Playism. Criado pelo brasileiro Guilherme “rdein” Martins através de um projeto de Crowdfunding no Patreon, é o quarto jogo de uma série já famosa no PC, sendo as duas primeiras entradas lançadas gratuitamente e a terceira diretamente na Steam.

Mesmo sendo o 4º jogo da série, os jogadores novos não ficarão perdidos, pois Reverie Under The Moonlight é um prequel que se passa antes da história da primeira aventura.

História

Em Momodora: Reverie Under The Moonlight controlamos a Sacerdotisa Kaho, que viaja para o Reino de Karst a fim de acabar com a maldição que se espalhou por lá e que começou a afetar o seu vilarejo. Chegando nesse Reino, conhecemos Cath, uma cavaleira que nos conta que a Rainha de Karst é o motivo da maldição e que para por um fim a isso, teremos que matá-la.

Durante a jornada, vamos encontrando novos personagens que nos contam um pouco mais do que aconteceu com o Reino e até alguns dispostos a ajudar ou que temos que oferecer ajuda.

Jogabilidade

Kaho usa uma folha mágica para atacar os inimigos e fazer combos. Também usamos um arco e flechas para ataques à distância e ambos podem ser melhorados com o avanço no jogo. Além disso, também podemos usar uma rolagem para esquiva e itens (consumíveis e passivos).

Momodora segue o estilo Metroidvania, onde devemos coletar alguns itens e habilidades para liberarmos parte do mapa. No jogo, os itens são 4 artefatos que melhoram nossas habilidades. Cada um é recuperado após derrotar um chefe específico e os 4 juntos abrem uma porta que leva para a parte final do jogo.

Algo que logo de primeira já traz uma certa estranheza é a tela do jogo ser em 4:3, que é o formato quadrado das antigas TVs de tudo, mas depois de uns 10 minutos a sensação muda e nos acostumamos a imagem e a beleza que é Momodora.

Contamos com a ajuda de um mapa e podemos salvar o jogo e recuperar vida em locais com um sino, onde Kaho “reza”. Mais tarde, podemos teletransportar entre esses mini santuários. Itens escondidos no mapa podem aumentar o tamanho da vida da sacerdotisa, enquanto outros dão algum bônus passivo.

Visual e Sons

O visual de Momodora segue uma linha Retrô, com gráficos pixelados em estilo pixel art. Todos os personagens e cenários são muito bem desenhados e o jogo consegue, ao mesmo tempo, passar a sensação de ser algo antigo e novo.

A trilha sonora consegue nos colocar dentro do jogo, passando a tranquilidade da paisagem, mudando apenas nos combates com chefes, ficando mais intensas. Os sons do menu, ataques e magias também trazem a sensação de ser um jogo retrô, contribuindo ainda mais para o visual.

Conclusão

Momodora não é um jogo fácil e cada nível de dificuldade tem diferentes níveis de vida e dano. Jogando no fácil a barra de vida fica no tamanho máximo; no normal fica no meio e no difícil, qualquer golpe sofrido é fatal .

A dificuldade normal já tem um certo desafio, pois o dano dos inimigos comuns é bem alto e dos chefes é maior ainda e isso pode afastar um pouco os jogadores casuais. É necessário ter paciência para entender os golpes dos inimigos e pegar o tempo certo da esquiva.

O jogo lembra a dificuldade que tive em Dark Souls, testando a paciência em áreas maiores em que os mini santuários, que servem de checkpoint, são afastados. Se morrermos em algum chefe, será necessário enfrentar aquela mesma área do começo desse checkpoint, o que acaba sendo desgastante.

Momodora: Reverie Under the Moonlight consegue cativar com seu visual simples e bonito e com controles que respondem muito bem, mas a dificuldade pode impedir que alguns jogadores terminem o jogo ou sequer voltem a ele após finalizarem. O tempo de jogo também é bem curto e no final ficamos querendo mais e o que nos resta é rejogar.

Você pode comprar o jogo aqui.

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About Author

Apaixonado por jogos desde a época do NES. Filmes, séries, quadrinhos e mangás também são outras paixões. Jogo de tudo sem haterismo, mas com preferência da Microsoft. Viciado em Gears of War, que me fez entrar para o Lado Verde com meu querido e amado 360 e logo depois o poderoso ONE.

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