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Algumas semanas atrás fomos agraciados com o Beta de CrossfireX, onde tivemos a oportunidade de destrinchar cada detalhe do modo multiplayer. O jogo que é desenvolvido pela Smilegate se mostra muito promissor, mesmo não estando próximo de seu lançamento, que ainda não possui uma previsão. Particularmente, não acredito que um lançamento em 2020 irá acontecer, visto que o modo campanha, feito pela Remedy, ainda nem ganhou um teaser.

Voltando a falar do Beta, ele foi dividido em dois períodos, fechado e aberto, e os jogadores tiveram um bom tempo para testar cada detalhe, pois foram liberados dias para jogar, e não horários específicos, algo que atrapalha demais alguns jogadores.

Foi um ótimo período de testes, onde tive a oportunidade de entender como funcionara o jogo, e o que ele poderá nos oferecer.

UM MULTIPLAYER VICIANTE

O beta de CrossfireX foi muito esclarecedor sobre a proposta do jogo, que poderá brigar entre os grandes jogos do cenário de FPS e no Esports. Durante os testes haviam modos bem interessantes, com três mapas disponíveis. O jogo conseguiu me prender em quase todas as partidas que joguei, por dois grandes fatores: rapidez e facilidade.

A rapidez para encontrar um partida, e a facilidade na curva de aprendizado, faz com que o jogador sinta prazer em jogar o multiplayer do jogo. Rapidamente você já chega em uma partida e já se sente confortável em escolher o melhor equipamento, algo que funciona com muita naturalidade.

A jogabilidade é muito boa, principalmente por usar os comandos mais usados nos famosos shooters. O jogador tem a sua disposição duas armas, granadas e uma arma de contato, que pode ser uma faca ou um machado, por exemplo.

A ação em CrossfireX é frenética.

As semelhanças com Counter Strike são imensas, inclusive na inspiração para alguns mapas, além da forte aproximação na estética do jogo. O modo clássico parece te levar para dentro de uma partida de CS, com mapas lotados de referências ao jogo de sucesso da Valve. No entanto, diferente de CS, aqui temos equipamentos pré-selecionados no lobby, e que podem ser trocados entre as partidas. Algo que se assemelha com as classes de outros jogos populares de hoje em dia.

No modo clássico não existem upgrades nas armas, então somente armas como o clássico fuzil de precisão AWS terão aquela mira tradicional. Já no modo moderno, o jogador poderá utilizar os aprimoramentos que fizer em seu loadout no lobby do jogo.

Outro ponto interessante de CrossfireX é a evolução do jogador, que ganha pontos de habilidade a cada level que vai subindo. Com esses pontos, você pode desbloquear algumas habilidades passivas bem interessantes, como, por exemplo, troca mais rápida de munição ou recuperação de saúde.

MODOS DE JOGO INTERESSANTES

Divertido e viciante, o jogo pode conquistar um grande público.

Durante o Beta de CrossfireX estavam disponíveis alguns modos bem familiares para quem curte o gênero. Abaixo vou descrever minha experiência com cada um deles.

  • Team Match/Search & Destroy – Esse foi um dos modos que mais joguei, onde os jogadores lutam em equipes de 8×8. O Black List tem que eliminar o seu adversário ou implantar a bomba, e o Global Risk tem que eliminar o time adversário ou desarmar a bomba. Algo que é bem parecido com Counter Strike. Inclusive no mapa Black Widow possui referências claras a alguns mapas do jogo da Valve, como, por exemplo, Aztec e The Dust 2.
  • Spectre –  Esse foi um dos modos que não me identifiquei. Aqui temos o mesmo objetivo do modo anterior, com a diferença que o time Black List possui a habilidade spectre, se tornando invisível, e deixando o time em vantagem. Durante o beta ficou disponível o mapa Laboratory, que é mais fechado e com salas bem curtas, dando a possibilidade de tiroteios mais próximos e abatimentos em silêncio.
  • Capture os pontos – Esse modo lembra o Domination de Call of Duty, onde os jogadores tem como objetivo dominar alguns locais e somar pontos. Quando determinado ponto é atingido, a luta parte para uma area externa, algo que achei bem interessante. Esse modo ocorreu no mapa GR Tower, que tem variações de andares e pontos de vantagem específicos para atiradores.

SERVIÇO PROMISSOR

Um dos pontos mais favoráveis da Beta foi mostrar que o jogo está com uma qualidade muito boa, principalmente na questão de jogo x serviço. Que é um dos principais alicerces em jogos multiplayer.

Durante a beta foi bem tranquilo encontrar partidas, mesmo durante os testes fechados, que era um pouco mais restrito. Os servidores aguentaram o tranco, mesmo durante o beta aberto, que teve um bom número de jogadores.

Alguns bugs ocorreram durante a partida. Por exemplo, trocar o loadout no final de um round, em alguns casos, travava a tela, me fazendo esperar a morte para recomeçar. Outro ponto negativo era o respawn, que em muitos casos me fez renascer em um ponto lotado de inimigos. Isso aconteceu com mais frequência no mapa GR Tower.

SOM E GRÁFICOS

Os gráficos de CrossfireX me surpreenderam positivamente, com texturas bem acabadas e ótimos efeitos de iluminação, mesmo estando em um teste beta, onde os recursos ainda não estão 100% finalizados.

As armas possuem um design muito fiel a realidade, assim como os mapas que são bem feitos e que rapidamente já trazem identificação com os jogadores, algo que também é facilitado pela semelhança com jogos como Counter Strike e Call of Duty. Os espaços são bem usados, oferecendo muita estratégia para os jogadores, com vários pontos de acesso.

O jogo tem grande potencial.

O som possui uma alta qualidade, com variações entre as armas e explosões. Durante o teste não tive problema algum com a sonorização, logo esse aspecto será bem desenvolvido. O ponto negativo é que o jogo não tinha localização para Português, algo que pode ser mudado para o lançamento final.

OPINIÃO

CrossfireX pode se tornar um dos maiores sucessos do final da geração, principalmente por trazer uma jogabilidade bem rápida e viciante. Além disso, os servidores funcionaram bem durante o beta, trazendo uma certa confiança para quem deseja apostar no jogo. Outro ponto que pesa a favor, é que a campanha será desenvolvida pela Remedy, que é famosa por trazer belas histórias.

Alguns bugs foram encontrados, mas são problemas que podem, e devem, ser corrigidos na versão final. Outro ponto negativo, é a ausência da localização em Português, que espero ser confirmada  para a versão final.

O jogo tem um grande caminho pela frente, e pode se tornar um dos carros chefes da Microsoft, que possui a sua exclusividade nos consoles. Vamos aguardar por mais informações durante o evento do dia 23 de Julho, que pode mostrar um trailer do modo campanha, assim como a sua data de lançamento.

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About Author

Desenvolvedor Web e Analista de TI, gamer assíduo desde a época do Atari, fã de Metal Gear(menos o Phantom Pain) e Gears of War. Ter a oportunidade de trabalhar um pouco com games é um sonho realizado. Falta só ir para E3!!!

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