Warlock: Dungeons & Dragons quer incentivar os jogadores a explorar o mundo de Darkon sem depender de uma interface cheia de informações. Em entrevista ao TechRadar Gaming durante a Gamescom, o diretor do Invoke Studios, Dominic Guay, explicou que a equipe pretende reduzir o chamado “hand-holding” comum em RPGs de mundo aberto. O HUD poderá ser ativado ou desativado nas configurações, enquanto os objetivos não serão apresentados necessariamente com um ponto exato no mapa, favorecendo uma exploração mais natural e imersiva.
Na prática, os jogadores receberão apenas informações suficientes para encontrar o caminho. Guay deu como exemplo uma missão em que o objetivo estaria dentro de uma determinada região: em vez de mostrar exatamente onde está o personagem procurado, o mapa destacará uma área e o jogador poderá utilizar uma bússola para chegar até lá. A decisão também busca evitar que a quantidade de informações na tela fique excessiva, especialmente no início da aventura, enquanto o protagonista aprende novos feitiços e habilidades.
Para os jogadores, a proposta pode tornar Warlock: Dungeons & Dragons uma experiência diferente de outros RPGs de mundo aberto, valorizando a descoberta e a sensação de aventura. O jogo será lançado em 2027 para Xbox Series X|S, PS5 e PC, e coloca o jogador no controle de Kaatri, uma warlock que utiliza magia criativa para combater inimigos e solucionar desafios. A equipe também pretende preservar elementos tradicionais de D&D, como portas secretas, armadilhas e exploração, mas adaptados para uma experiência de ação em tempo real.

